M57 - Nebulosa Planetária - Lira.
10/07/18 - Uraniburgo - Curitiba - PR.
Dados da sessão :
Uma nebulosa muito acessível, bem brilhante, mas também bem pequena, a observação visual aparece como um anel de fumaça ou um disco chato necessitando ser olhada com o canto do olho para perceber detalhes.
Para esta imagem foi feito somente conjunto de quadros de cor ( RGB ) com nem 15 minutos de captura total para cada um.
Apesar da imagem sair satisfatória o FB fez uma compactação que degradou ela bastante.
Nebulosas planetárias se referem a nebulosas restos de estrelas em colapso ( o termo 'planetária' foi cunhado no passado por que algumas nebulosas desse tipo eram vistas como discos chatos em telescópios antigos e portanto pareciam com discos planetários distantes ). A nebulosa do anel na constelação da Lira é uma das mais emblemáticas nebulosas desse tipo, inclusive porque a visão direta em instrumentos de amador ela pode mesmo se apresentar como um disco chato, somente revelando sua natureza anelar quando o observador circunvagar o olhar ao redor e observar com o 'canto do olho'.
O anel é formado por uma casca de gás ionizado pela estrela central gigante vermelha, último estágio de vida na sequencia principal antes de se transformar em anã branca.
Distância de 2.300 anos luz.
Magnitude visual de 8,8.
Taxa de expansão da nebulosa de 1 arco segundo por século ( 20-30 kms/s ).
É uma nebulosa de estrutura bipolar, parecendo um anel somente pela posicão em relação ao observador situado aqui na Terra.
Possui núcleo com riscas de NII ( PNN - Planetary Nebula Nucleus ).
Nos últimos 2 mil anos a estrela central tem abandonado o ramo de estrela assimtótica no diagrama H-R, que se da quando todo o combustivel nuclear é exaurido, e a estrela sai da sequencia principal e se torna anã branca.
O PNN consiste agora de carbono e oxigenio com um envelope fino de elementos leves.
Massa de 0,62 MS.
Temperatura superficial de 250.000k.
Atualmente é 200x mais luminosa que o Sol.
10/07/18 - Uraniburgo - Curitiba - PR.
Dados da sessão :
Uma nebulosa muito acessível, bem brilhante, mas também bem pequena, a observação visual aparece como um anel de fumaça ou um disco chato necessitando ser olhada com o canto do olho para perceber detalhes.
Para esta imagem foi feito somente conjunto de quadros de cor ( RGB ) com nem 15 minutos de captura total para cada um.
Apesar da imagem sair satisfatória o FB fez uma compactação que degradou ela bastante.
Nebulosas planetárias se referem a nebulosas restos de estrelas em colapso ( o termo 'planetária' foi cunhado no passado por que algumas nebulosas desse tipo eram vistas como discos chatos em telescópios antigos e portanto pareciam com discos planetários distantes ). A nebulosa do anel na constelação da Lira é uma das mais emblemáticas nebulosas desse tipo, inclusive porque a visão direta em instrumentos de amador ela pode mesmo se apresentar como um disco chato, somente revelando sua natureza anelar quando o observador circunvagar o olhar ao redor e observar com o 'canto do olho'.
O anel é formado por uma casca de gás ionizado pela estrela central gigante vermelha, último estágio de vida na sequencia principal antes de se transformar em anã branca.
Distância de 2.300 anos luz.
Magnitude visual de 8,8.
Taxa de expansão da nebulosa de 1 arco segundo por século ( 20-30 kms/s ).
É uma nebulosa de estrutura bipolar, parecendo um anel somente pela posicão em relação ao observador situado aqui na Terra.
Possui núcleo com riscas de NII ( PNN - Planetary Nebula Nucleus ).
Nos últimos 2 mil anos a estrela central tem abandonado o ramo de estrela assimtótica no diagrama H-R, que se da quando todo o combustivel nuclear é exaurido, e a estrela sai da sequencia principal e se torna anã branca.
O PNN consiste agora de carbono e oxigenio com um envelope fino de elementos leves.
Massa de 0,62 MS.
Temperatura superficial de 250.000k.
Atualmente é 200x mais luminosa que o Sol.

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